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Apresentado no início do ano, o Instinct é fortemente influenciado pelo conceito da Internet das CoisasQuando se fala de carros autônomos na atualidade, uma coisa é difícil de esconder: eles são feios. Bem feios. Não porque os modelos em si sejam mal desenhados, mas porque, pra que eles andem sozinhos, é necessário que eles sejam equipados com uma série de bugigangas do lado de fora que não fazem com que eles sejam tão atraentes assim.
De qualquer forma, as montadoras têm se esforçado para mostrar conceitos que provam que o futuro não deve ser tão medonho assim, e a Peugeot acaba de integrar esse grupo com um ótimo argumento: o Instinct.
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