Os carros superesportivos e hiperesportivos podem até não ter as mesmas funcionalidades tecnológicas que a gente vê nos carros da Tesla, por exemplo, mas isso não significa que eles não sejam um milagre tecnológico por si só ou que sua concepção não seja cercada por geringonças e testes que utilizam muita tecnologia – para o bem ou para o mal.
Um ótimo exemplo disso é a forma como a Bugatti testou o motor W16 quadri-turbo de 1.500 cavalos do Chiron: usando um dinamômetro adaptado em uma plataforma giratória que serve para simular nos mínimos detalhes uma volta no circuito de Nürburgring Nordschleife, o conhecido e tradicional circuito que também é o templo de testes dos carros esportivos da maior parte das marcas do mundo.
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